Domingo, 6 de Dezembro de 2009
Mensagem De Mobilização da Lista B candidata à Ordem dos Médicos Dentistas

 

 



publicado por umaordemportodos às 01:21
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Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
"Cher" Bastonário "J’Acuse"

   

Exmº Sr Bastonário da OMD, Dr Orlando Monteiro da Silva, caro Colega e Amigo

 

   Escrevo esta carta aberta a todos, mas a si dirigida concretamente, em resposta ao documento “Renovar a nossa Ordem - falemos sério”, que permita-me que lhe transmita em antecipação, me chocou particularmente. Faço-o pela impossibilidade de responder à Lista A signatária do documento, por esta não ser individualmente identificável, mas sim um colectivo que V. Exa. subscreve pela sua posição de Liderança e que consubstancia por inerência.

 

   Começaria talvez por lhe dizer que são os processos eleitorais meros instrumentos de funcionamento das instituições, importantes mas efémeros e transitórios. “O debate de ideias, o contraponto”, a oposição de candidatos com ideias diversas é que são efectivamente a essência da instituição. As suas existências democratizam-na, as suas recusas demonstram sintomaticamente o seu afunilamento pernicioso e redutor a uma lógica de impossibilidade de alternativa que não seja a da ruptura, da hipoteca e finalmente do caos.

 

   Esse foi aliás o discurso dos seus subscritores desde da primeira hora, a necessidade imperiosa da sua recandidatura como possibilidade única de evitar a hipoteca das conquistas da classe, a ruptura com políticas em curso com consequências imprevisíveis para a mesma, o objectivo de terminar uma obra que, em consciência, todos sabemos interminável, como se os seus mandatos fossem o alfa e ómega da própria instituição, que todos em essência integramos e constituímos e na qual enquanto elementos temos direitos e deveres.

 

   A negação ao debate e confronto de ideias foi desta forma vespertina no modus operandi da Lista A, mantendo-se reiteradamente, nomeadamente na censura do seu blog, estrategicamente “baptizada” de moderação, que rapidamente se transformou num mero mural com características carpideiras, e atingindo o seu clímax da forma totalmente despropositada que se verificou no último congresso da nossa OMD.

 

   Mas atenta a Lista A no documento produzido, que o parlamentarismo inerente ao acto eleitoral deverá ser caracterizado pela “elevação e a verdade que a profissão, os colegas, a ordem e mesmo o país merecem”.

 

   No entanto, frases expressas no site de apoio da Lista A à sua candidatura a um quarto mandato, proferidas por elementos que a compõem, do tipo “Vamos apoiar o Orlando, porque não queremos na nossa Ordem os Marinhos Pintos da Medicina Dentária. É preciso manter a elevação e a seriedade com que sempre fomos habituados. Chega de sound-bites populistas”, entre outras (algumas até demonstrando uma iliteracia profunda e preocupante em colegas que se pressupõe serem de nível superior) são altamente ofensivas, não só para os elementos da Lista B mas sobretudo e até para colegas seus bastonários de outras organizações. Aliás interrogo me que pensaria o Sr. Bastonário Marinho Pinto por si convidado e presente na última sessão de abertura do congresso da OMD de tão douto e elevado comentário proveniente de um destacado membro da sua lista.

 

   A única elevação produzida foi a subida constante de tom até atingir rapidamente o insulto e acusação pessoal que os últimos comunicados da Lista A têm denotado. Nomeadamente e para que não existam dúvidas, o texto do colega Paulo Melo em pretensa resposta ao cheque dentista que mais não foi do que um violentíssimo ataque pessoal sem substância, e com omissões importantes relativamente à questão em discussão, já que ao citar os princípios de que V. Exa. nunca abdicaria na negociação, enunciou apenas 4, “esquecendo-se” do 5º, por sinal o mais importante e que referia que a OMD nunca aceitaria valores de remuneração injustos pelo trabalho efectuado.

 

   Nós não vamos por aí, nunca fomos, temos sido acérrimos, até duros é um facto, mas na crítica a políticas, a escolhas, a decisões e a intenções mas nunca a pessoas.

 

   Quanto à verdade, muito mais haveria a dizer…

 

   A começar na questão do cheque dentista que não se encontra esgotada. Antes pelo contrário, está na ordem do dia como nunca antes, já que a percepção generalizada é que justamente o modelo adoptado apresenta deficiências profundas. A tentativa de colar a Lista B a um desejo de ruptura, e de terminação do programa é falsa e falaciosa. O que defendemos como muito bem sabe é que justamente o resultado final da negociação hipotecou moralmente a Ordem no que respeita á sua posição oficial face aos actos clínicos indignamente remunerados ou mesmo gratuitos praticados por muitas convenções no espaço da Medicina Dentária nacional.

 


   A ideia da DGS é potencialmente boa, dissemo-lo muitas vezes, o produto final é que é altamente deficitário em vários planos, expressos aliás de forma lamentável, paternalista e de educação duvidosa pelo Chief Dental Officer Português na sala do cheque dentista no último congresso e percepcionada por todos os colegas presentes que se sentiram aliás manifestamente insultados.

 

   Mas não será certamente este o lugar para repisar este facto.

 

   Voltemos ao texto enviado, cuja análise já é de si difícil, distorcido que está por uma torrente de insultos desconexos a que apenas a nota comum do ódio destilado consegue de forma frágil sustentar.

 

   Os cargos enunciados e desempenhados pelos colegas Fernando Guerra e João Carlos Ramos, denotam apenas experiência associativa, e concretamente na OMD, que a todos nos orgulha, não nos pode envergonhar. Nunca renegámos o nosso passado, e sempre afirmámos que a OMD não começa hoje, nem amanhã, é uma obra que importa preservar. Não queira V. Exa. pretender que é apenas sua. Pelo seu texto se percebe que muitos outros, a quem lhe ficaria bem (enquanto Bastonário de todos os colegas, e não só dos que o apoiam presentemente) demonstrar alguma gratidão.

 

   Eu próprio dei muitos anos do meu tempo pessoal, profissional e familiar ao serviço da OMD, sem esperar nada muito menos benefícios pessoais. Nunca me auto propus, fui sempre convidado, inclusive por V. Exa., e não espero da OMD nenhuma promoção pessoal, fica-vos muito mal dizerem me neste texto que sou “daqueles que muda de camisola, por ambições pessoais ou outras…” mas felizmente os colegas conhecem-me, há muitos anos! O mesmo se aplica aos colegas Gil Alcoforado, Maria João Rodrigues, Rui Pereira da Costa, João Miguel Santos, Pedro Nicolau entre outros que pelo seu percurso merecem muito mais do que serem tratados pelo vosso texto como uma caterva de malfeitores oportunistas. Sinceramente Sr. Bastonário que falta de postura!

 

   Aliás não falemos de coerência do passado em que pessoas que disseram de si o indizível aparecem agora na sua Lista como se nada tivesse ocorrido.

 

 

   A renovação que nós defendemos reporta-se ao futuro, não ao passado. O seu mandato não é contínuo de 9 anos, foram mandatos muito diferentes. Não escamoteemos os factos, é do quarto mandato que se trata, é aqui que a renovação incide, é aqui que a mudança é necessária.

 

 

   A nossa permanência nos cargos que ocupamos, em condições difíceis, sobretudo para o colega João Carlos Ramos, são opções pessoais, que apenas denotam um elevado sentido de responsabilidade para com os colegas dentro e fora da OMD. E V. Exa. mais do que ninguém sabe que a sua ambição pessoal não passa certamente pela auto-promoção pessoal a secretário geral, ou já se esqueceu do esforço que teve de empreender para convencê-lo a aceitar o cargo que lhe propôs aquando da sua terceira candidatura.

 

 

   Dizer que o ensino da Medicina Dentária Coimbrã não é mais do que um “mero” departamento da Faculdade de Medicina é de uma falta de nível inqualificável para com uma Universidade que é das mais antigas da Europa e a quem esta questão de orgânica interna apenas diz respeito. Explique-me por favor o que é que este assunto tem a ver com as eleições da OMD. Será que corresponde à visão que os seus, poucos, apoiantes membros da Universidade de Coimbra têm da sua própria instituição?

 

   As considerações efectuadas sobre a forma como as listas de contactos foram obtidas, é no mínimo anedótica. Os colegas queixam-se de assédio? Foi a lista B que varreu literalmente Faculdades, os ainda alunos e os consultórios de forma acérrima em busca de apoios? Eu próprio nunca me inscrevi na Lista A nem dei os meus contactos oficialmente a nenhum dos seus membros. Posso perguntar da mesma forma como é que me chegam todos estes mails, SMS e newsletters? Os nossos contactos são-nos dados por colegas e apoiantes que já agora aproveito, em jeito de lógica economicista, também já são mais de mil.

 

   A questão dos convites a terceiros que optaram por permanecer na lista A, é espúria, pouco significativa, a roçar a vitimização digna de um romance de cordel. Não fui eu próprio, e outros elementos da Lista B abordados de igual forma? Num contexto temporal que precede a oficialização da sua candidatura, previa à vaga de fundo que supostamente o leva à sua decisão? Terá V. Exa. a frontalidade de dizer de facto a toda a classe a verdadeira data da sua decisão?

 

   Não vamos por aí, não existe defeito mais farisaico do que a falsa beatitude!

 

   Termino, deixando-lhe uma citação da carta J’acuse do Émile Zola, na língua original que sei que V. Exa. domina:

 

   Me permettez-vous, dans ma gratitude pour le bienveillant accueil que vous m'avez fait un jour, d'avoir le souci de votre juste gloire et de vous dire que votre étoile, si heureuse jusqu'ici, est menacée de la plus honteuse, de la plus ineffaçable des taches ?”

 

   "Permita-me, na minha gratidão pelo bem aventurado acolhimento, que um dia me proporcionou, e na preocupação da sua glória justa, dizer-lhe que a sua estrela, até agora tão afortunada, se encontra ameaçada pela mais vergonhosa e inapagável das manchas."

 

 

    Viva a Medicina Dentária

 

     António Duarte Mata



publicado por umaordemportodos às 16:04
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Domingo, 8 de Novembro de 2009
Falemos da esperança no futuro

A Todos os Médicos Dentistas,

 

 

A Lista A, no rescaldo do nosso Congresso Anual, resolveu brindar os Médicos Dentistas com mais uma “peça literária” de mau gosto e de muito baixo nível. É a segunda vez que repete esta suposta façanha. Desengane-se se pensa que esta é uma conduta que a conduzirá a algum lado.

Tais textos traduzem uma atitude lamentável e espelham bem a falta de ideias em prol da nossa Classe! É de facto o momento de mudar!

Numa fase importante para a vida da Ordem, onde se esperava um debate aberto e participado por todos os Médicos Dentistas, optaram por desencadear ataques pessoais e considerações caluniosas, descabidas de qualquer contributo para minorar os nossos verdadeiros problemas.

Agora ficam bem evidentes quais os motivos que a levaram à recusa veemente da nossa solicitação para a realização de um debate no Congresso. Ali era o local onde estava reunido o maior número de Médicos Dentistas e todos saíriam beneficiados com tal concretização. As razões adiantadas prenderam-se com a indisponibilidade logística e com o facto de quererem considerar o Congresso apenas como um evento científico, sem espaço para discussão política do futuro da Ordem dos Médicos Dentistas. E verdade é que, como todos sabemos, se discutiram temas de interesse socio-profissional e politico-sanitários como a reforma do Sistema de Saúde do Presidente Obama...

Dentro da mesma linha, remeteram-se os locais de publicitação das listas concorrentes às eleições para o local mais recôndito do pavilhão de exposições. A proposta inicial de instalação dos mesmos num dos locais de acesso aos anfiteatros foi alterada nas vésperas do Congresso! Esta é a democracia e a honestidade intelectual defendida pela lista de continuidade... Todos os que estiveram no Congresso “perceberam” a falta de espaço...

De facto, esta é essência dos processos eleitorais que a Lista A defende...

É espantoso e simultaneamente lamentável que a estratégia da lista da continuidade, subscrita pelo ainda Bastonário, se centre no ataque pessoal. Sendo a segunda vez em que ele é feito tendo como alvo a minha pessoa cumpre-me tecer alguns comentários:

Todos os Médicos Dentistas conhecem o meu passado de luta na defesa da Medicina Dentária. Ele está de livre acesso no site da nossa candidatura (www.umaordemportodos.com.pt). Desde estudante, na década de oitenta, que dediquei grande parte da minha vida para a implementação da licenciatura em Coimbra, num esforço que envolveu muito sacrifício e a participação de muitos colegas nossos. Mantive permanentemente activos os assuntos importantes para a Medicina Dentária Portuguesa enquanto Presidente da Associação Académica de Coimbra, em 1991/92, como muitos colegas se recordam. Foi também a primeira e única vez, em 1991, que se realizou o Congresso Mundial de Estudantes de Medicina Dentária (IADS) em Portugal. Enquanto docente tenho a certeza de que continuo a participar na construção de uma instituição que é reconhecida por todos.

Servi, também, na década de noventa, na Associação Profissional dos Médicos Dentistas durante seis anos, num contexto completamente diferente da actual realidade, e tenho a honra de ser um dos membros da Direcção que fundou a Ordem dos Médicos Dentistas. Organizei os Compromissos de Honra (actualmente extintos), um dos Congressos e muitas outras iniciativas numa altura difícil em que necessitávamos de consolidar a nossa Ordem e fi-lo sempre ao serviço de todos os Médicos Dentistas. É esse passado que me dá a certeza de que é preciso mudar. É um facto evidente que não me revejo nas posições da actual Ordem. Muito menos nestes ataques hediondos...

O meu trajecto na Reitoria da Universidade de Coimbra, enquanto Pró-Reitor, é referido de uma forma absurda e desconexa. Foi a primeira vez que um Médico Dentista foi convidado para ocupar essa função e chamado a ocupar-se de uma área essencial para o funcionamento de uma Universidade moderna, a da Transferência de Conhecimento e Inovação. Cumpri com lealdade e abnegação durante quase cinco anos e saí, por minha vontade, no dia 1 de Março de 2009, Dia desta Universidade. Tenho a consciência de que contribui humildemente para uma projecção nacional e internacional desta Universidade consubstanciada por múltiplos prémios e nomeações em rankings mundiais. Também está disponível no nosso site (www.umaordemportodos.com.pt) a cobertura jornalística da forma como abdiquei de continuar em funções para me dedicar integralmente à candidatura a Bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas. Julgo também ter valorizado a visibilidade da Medicina Dentária Portuguesa. Acho também que com as exigências actuais não é possível acumular funções sobre funções.

Não me canso de referir de que não somos contra ninguém. Somos por tudo aquilo que há para fazer e que não foi feito. Todos os Médicos Dentistas sabem e sentem no dia-a-dia que a Ordem pode e deve fazer mais e melhor. Não acreditamos em cenários pintados de cor-de-rosa e sabemos que temos que lutar todos os dias para melhorar a nossa profissão.

Todos os Médicos Dentistas podem ter a certeza que toda a Lista B permanece firme nas suas convicções e com a coragem de sempre. O nosso intuito continua inabalável e será sempre a defesa dos Médicos Dentistas!

Peço a todos os Médicos Dentistas que ajudem a passar esta mensagem!

Lutaremos sempre e estamos convictos na vitória da Lista B no próximo dia 12 de Dezembro!

 



publicado por umaordemportodos às 23:11
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Sábado, 7 de Novembro de 2009
Do Colega João Carlos Ramos...

Caros Colegas,

 

 

 

 

Depois de mais um congresso da Nossa classe, a Lista A concorrente às eleições em curso, liderada pelo ainda Bastonário, Orlando Monteiro da Silva, emitiu um comunicado, intitulado “Renovar a nossa Ordem – falemos sério”, cuja a gravidade do conteúdo obriga, inevitavelmente, a que tenha de tecer as seguintes e importantes considerações.

Ao iniciar o comunicado, evocando palavras como “Elevação” e “Verdade” (que acaba por usar de forma totalmente abusiva), deveria ter consciência da responsabilidade acrescida que, daí para a frente, todos exigimos ao nível do seu conteúdo, o que, infelizmente não se constatou, muito pelo contrário. Paradoxalmente, trata-se na realidade de um comunicado que na sua essência se centra no ataque pessoal, baseado em informações erradas, confusas ou intencionalmente incompletas e ainda mais grave, rematado com insinuações e suspeições conjecturais inaceitáveis. Lamentável e precisamente no sentido oposto ao que o processo eleitoral em curso, a instituição e os colegas necessitam e devem exigir para se identificarem com a sua Ordem, nomeadamente com os seus órgãos dirigentes. Este tipo de acção está historicamente bem descrito por  Sociólogos e Politólogos, que referem que, na falta de argumentos válidos que permitam uma auto-impulsão, recorre-se ao ataque pessoal como tentativa, quase sempre tão infame como inútil, de afundar os opositores. Porque teimamos em não aprender com a história? Definitivamente não é este o caminho que devemos trilhar! Vamos Todos fazer um esforço para recentralizar o debate nas ideias e projectos, nos Médicos Dentistas e na Saúde Oral, respeitando a integridade pessoal dos Colegas, a Instituição, e acima de tudo o livre direito à diferença e à opinião discordante.

Como já alguém referiu: “Devemos falar muito das coisas, pouco dos outros e nada de nós”. Contudo, dadas as referências pessoais que me são dirigidas no comunicado não posso deixar de vincular algumas informações cruciais para o cabal esclarecimento dos factos enunciados:

  1. É verdade que sou efectivamente membro do Conselho Directivo da OMD e que me mantenho ainda em funções. Tal facto é, desde sempre, público. Nunca o reneguei, pelo contrário. Porque me mantenho (para desconforto de alguns) ainda em funções? Porque fui legitimamente eleito para tal. Porque acredito que, por princípio, os mandatos são para levar até ao fim. Sair precocemente por comodidade pessoal ou por meros interesses eleitoralistas, isso sim, seria trair os Médicos Dentistas que em mim confiaram e confiam e acima de tudo os meus próprios princípios. O pluralismo de ideias e as vozes de discórdia manifestadas de forma responsável e legítima, ainda que frequentemente incómodas, são instrumentos fundamentais no equilíbrio das instituições democráticas. E por fim, mas não menos importante, porque o ponto seguinte do comunicado é uma pura falácia, como passo a explicar.
  2. Dizer que nunca se me ouviu qualquer divergência é faltar com a tão proclamada verdade. Por várias vezes manifestei em Conselho Directivo a minha discordância em matérias como o Cheque Dentista, a pretensa Fundação da Medicina Dentária, o seguro da AXA, o financiamento das comemorações  dos 10 anos da OMD, para citar apenas alguns exemplos mais relevantes deste último mandato. Quanto à possibilidade de renovação por mim encetada oferece-me dizer o seguinte: primeiro, das vezes em que pretendi eu próprio sair da OMD, foi-me pessoalmente pedido que fizesse um esforço para continuar por parte do actual Bastonário e Secretário Geral; segundo, esta referência, associada à grave acusação seguinte, revela uma visão demasiada redutora do conceito de renovação no que se refere ao exercício de poderes democráticos em sociedades modernas. Quando falamos de renovação, não nos restringimos simplesmente a um mero exercício matemático de substituição de pessoas, mas a um modelo concepcional mais abrangente que encerra em si uma mudança de atitudes, posturas, formas de pensar e agir.
  3. Finalmente, last but not the least, afirmar que a única renovação que protagonizo é a minha auto-promoção ao lugar de secretário-geral é de um baixo nível inqualificável, profunda e injustamente atentatório dos meus valores morais e profissionais, e de uma desconsideração incomensurável pelo valor de todos os Médicos Dentistas que pela primeira vez integram a nossa lista concorrente aos órgãos sociais da OMD.   

 

 

 

 

        Poderia facilmente alongar-me nas explicações a estes pontos, com dados que interessariam provavelmente a todos os Colegas, mas mantenho a esperança de o fazer num verdadeiro debate público, frontal, entre candidatos a Bastonário e Secretário Geral, aberto a todos os Médicos Dentistas.           

  Por último, é profundamente lamentável e totalmente indigna a forma como termina o comunicado dizendo: “Queremos uma OMD como Instituição independente, impermeável a pressões e interesses comerciais ou mercantilistas, afastada dos oportunismos politico-partidários ou outros menos claros  e inconfessáveis!”  A pergunta lógica que se coloca é: Porque é que se diz “queremos uma OMD...” Não a temos já com aquelas características? Ou é uma insinuação muito grave, gravíssima eu diria, de que com a vitória da Nossa lista tal não se verificará? Este tipo de discurso circunstancial, com insinuações profundamente insultuosas de valores humanos fundamentais, deverá ser veementemente repudiado por todos aqueles de forma genuína defendem a proclamada “Elevação” e “Verdade”. Tenho a certeza que muitos dos apoiantes, promotores e até membros da lista A não se identificam com esta forma de comunicados, recheados de ataques pessoais a Colegas que sempre procuraram dar o melhor de si, de forma honesta e honrada, quando foram chamados a colaborar com os desígnios da Nossa Medicina Dentária.

 

 

 

 

 

 

 

 

A Todos,

os meus mais cordiais cumprimentos,

 

 

 

 

João Carlos Ramos

Médico Dentista

Cédula Profissional nº 854

 



publicado por umaordemportodos às 23:14
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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
Nota de Imprensa

   O candidato a Bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas pela Lista B, Fernando Guerra defende que esta Ordem deve promover e catalisar a criação de uma Associação Nacional de Clínicas e Consultórios de Medicina Dentária (ANCMD).
   Uma entidade desta natureza, congregando vários parceiros, terá como principal objectivo a resolução de situações de natureza negocial junto de seguradoras, convenções e outras entidades colmatando as dificuldades jurídicas que desde sempre têm sido alegadas pela Ordem dos Médicos Dentistas neste âmbito de intervenção.
   É necessário encontrar soluções consequentes para agir contra a situação actual em que as seguradoras e entidades com regimes de convenções, ano após ano, têm vindo a prejudicar sistematicamente os Médicos Dentistas aproveitando-se do excedente de profissionais no mercado e da falta de articulação entre os prestadores de serviços. Os valores das tabelas de tratamentos das seguradoras e das convenções não são actualizados há muitos anos, mantendo tabelas de tratamentos obsoletas ou desactualizadas que não contemplam novas modalidades terapêuticas fundamentais. Também têm sido introduzidos tratamentos a custo zero por algumas entidades o que constitui um sério atentado à saúde pública e à ética profissional e deontológica dos Médicos Dentistas.
   É notório o interesse da criação de uma Associação Nacional de Clínicas e Consultórios de Medicina Dentária, à semelhança da Associação Nacional de Farmácias, possibilitando um enquadramento adequado destas questões e conferindo um poder negocial até agora arredado das capacidades de intervenção dos Médicos Dentistas e de outros parceiros que garantem a manutenção e a viabilidade do emprego e a prestação de serviços de saúde oral.



publicado por umaordemportodos às 10:14
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Terça-feira, 3 de Novembro de 2009
Jantar no Porto - Lista B - Uma Ordem Por Todos

   O jantar de apresentação da Lista B - Uma Ordem por Todos, que ocorreu no Porto no passado Sábado dia 31 de Outubro, juntou cerca de 150 pessoas, mostrando mais uma vez o enorme apoio que esta candidatura tem tido.

   Seguem algumas fotos do evento.

 

 

 

 

 

 

Veja mais em www.umaordemportodos.com.pt



publicado por umaordemportodos às 13:19
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Domingo, 1 de Novembro de 2009
Informação de interesse profissional - Seguro de Responsabilidade Civil

    A Lista B “UMA ORDEM POR TODOS!” chama a atenção para o Seguro de Responsabilidade Civil profissional dos Médicos Dentistas!

  A cobertura do seguro de grupo contratado pela OMD à AXA é manifestamente insuficiente para a protecção dos Médicos Dentistas. Alertamos todos os Médicos Dentistas e, com particular ênfase, os recém-graduados para este facto.


   NOTA EXPLICATIVA


   O ainda Bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas enviou uma missiva a toda a Classe informando que a OMD tinha contratado publicamente com a AXA Portugal, Companhia de Seguros, S.A., um seguro de grupo de responsabilidade Civil Profissional, de adesão automática para todos os Médicos Dentistas com inscrição em vigor e quotização regularizada na OMD, sem qualquer encargo para os mesmos.
   Afirmou que “a apólice não tem qualquer custo para o(a) colega, uma vez que o prémio do seguro de grupo é integralmente suportado pela Ordem dos Médicos Dentistas”, ou seja - dizemos nós - é suportado por todos os Médicos Dentistas de forma indirecta não se sabendo o seu valor.
   O que não disse é que este seguro apenas oferece uma cobertura correspondente a 5% ou 10% das duas modalidades de Seguro de Responsabilidade Civil (600 000€ ou 300 000€) aconselhadas a Médicos Dentistas por esta seguradora (VER ANEXOS).
   Ao ficar apenas com a cobertura “oferecida” pela OMD, os médicos dentistas ficam com valores de cobertura muito baixos completamente desajustados face às exigências actuais. Esta “oferta” deve servir apenas como um reforço das apólices que cada Médico Dentista mantem individualmente e, no limite, dar protecção a algum profissional que por descuido não tenha acautelado esta situação.
   O efeito provocado por esta medida foi o de levar alguns dos Médicos Dentistas a acharem que, assim, poderiam prescindir das suas apólices individuais prévias ou a uma protecção eventualmente insuficiente para Médicos Dentistas Recém-Graduados. Tal situação é potencialmente muito perigosa, já que sob uma pretensa sensação de segurança geral, se está a contribuir para diminuir drasticamente o nível médio de protecção que já existia e que foi fruto da iniciativa individual dos Médicos Dentistas, que sempre se preocuparam em salvaguardar a sua actividade profissional.



publicado por umaordemportodos às 22:56
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Sábado, 31 de Outubro de 2009
Nota de Imprensa

   O candidato a Bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas, Lista B, Fernando Guerra, assinala, no dia 31 de Outubro, o fim da validade, no presente ano, dos “Cheques-dentistas” atribuídos a jovens de 7, 10 e 13 anos. A emissão dos mesmos para o presente ano lectivo encontra-se atrasada e os pagamentos devidos aos profissionais dos cheques utilizados, até ao momento, acarreta atrasos incomportáveis de mais de cinco meses. O esforço e empenho que os Médicos Dentistas aderentes desenvolveram justificaria outro tipo de resposta da Direcção Geral de Saúde.
   É fundamental colmatar as deficiências existentes na Saúde Oral em Portugal com a integração dos Médicos Dentistas nas equipas de saúde escolar e no Serviço Nacional de Saúde. Uma boa educação para a saúde oral passa também pela atribuição de um boletim de Saúde Oral aos recém-nascidos, às crianças dos jardins de infância e do ensino básico.
   O dia 31 de Outubro assinala também o final da 10ª Edição do Mês da Saúde Oral. Os resultados do anterior rastreio, realizado em Outubro de 2008, a cerca de 11 mil utentes, demonstraram que menos de 1% dos adultos têm gengivas e dentes totalmente saudáveis. Assim, nos rastreios que se realizaram em mais de 1.800 consultórios, com 1.400 profissionais aderentes, verificou-se que 76% dos adultos, especialmente a partir dos 30 anos, apresentavam lesões gengivais. Entre os 17 e os 30 anos, 69,5% apresentaram problemas gengivais e entre os 61 e os 70 anos 87,1% mostraram o mesmo tipo de problemas.
   Relativamente aos problemas dentários a situação é ainda mais grave. 98,8% dos adultos, especialmente a partir dos 30 anos, apresentavam problemas dentários. Destaque ainda para o facto de, nas crianças dos 0 aos 7 anos, a percentagem com problemas dentários chega aos 61,9%; enquanto que no escalão dos 8 aos 16 esse valor aumenta para 99,3%.
Verifica-se, por fim, que com o aumento da idade há a tendência para diminuírem os problemas dentários porque aumenta o número de dentes ausentes, ou seja, as situações de falta de dentes aumentam.
    A agravar a situação constata-se, num estudo recente, que nos últimos sete anos duplicou o número de pessoas que abdicaram de tratar dos seus problemas de saúde oral devido a motivos financeiros.
    A Lista B defende um conjunto de medidas estratégicas para alterar esta situação com um alargamento do papel dos Médicos Dentistas na comunidade a nível educativo, nos Centros de Saúde, Unidades de Saúde Familiar e nos Hospitais. É essencial aproveitar as competências e as capacidades dos Médicos Dentistas para reverter este cenário dramático.



publicado por umaordemportodos às 22:53
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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
NOTA DE IMPRENSA

      A lista B, candidata à Ordem dos Médicos Dentistas, defende a Reformulação Imediata do “Cheque-dentista” e do Programa Nacional de Saúde Oral.
O seu candidato a Bastonário, Fernando Guerra, preconiza uma tomada de posição firme da OMD em defesa dos doentes e dos Médicos Dentistas e o fim da atitude pactuante com interesses meramente políticos. Os doentes e os Médicos Dentistas não podem ficar condenados à era do Cheque-dentista!
     A medida cheque-dentista inserida no Programa tem-se revelado cada vez mais ineficaz com um período e forma de funcionamento inconcebíveis para a saúde oral dos jovens, grávidas e idosos que pretende abranger. Para os jovens em muitos locais do país foram emitidos cheques apenas em Agosto e o encerramento dos tratamentos dá-se neste 31 de Outubro. As doenças orais não são sazonais! A mesma ineficácia tem sido demonstrada nos atrasos de pagamento aos profissionais, com mais de cinco meses de espera, o que acarreta enormes dificuldades na viabilidade do emprego nas clínicas e consultórios que aderiram ao programa. Muitos dos Médicos Dentistas que pretendem sair do programa têm sido supostamente ameaçados com a eventual impossibilidade de concorrerem a qualquer função ou programa posterior patrocinado pela Direcção Geral de Saúde.
A Direcção-Geral de Saúde, com o acordo do ainda Bastonário, estipulou as directivas do Programa Nacional de Saúde Oral que atentam contra a dignidade dos Médicos Dentistas e tendem a inviabilizar as boas práticas no tratamento de muitas situações de doença dentária nos grupos-alvo.
     A Direcção-Geral de Saúde, com a anuência do ainda Bastonário, pretende ainda que os tratamentos dentários necessários na cavidade oral sejam efectuados num montante pré-estabelecido fixo, não olhando às diferentes particularidades e ao número dos actos médico-dentários a executar, pondo em causa a deontologia profissional e o direito à saúde dos cidadãos. Tal atitude afronta a ética e ofende quer os doentes quer os profissionais.
A promessa eleitoral deste Governo no alargamento do “cheque-dentista” aos jovens dos 4 aos 17 anos e a diabéticos continua a não incentivar os cuidados adequados aos doentes e a não contemplar a justa retribuição de tratamentos que permitam a recuperação de peças dentárias em risco prejudicando os cidadãos.
      A Lista B apresenta como propostas de reformulação: a erradicação de tratamentos a “custo zero”; a elaboração de uma tabela de pagamentos digna e diferenciada para os diferentes actos Médico-Dentários; a penalização dos atrasos de pagamento; a desburocratização dos procedimentos administrativos; a disponibilização eficaz do sistema informático de registo em horário laboral; a integração dos Médicos Dentistas no Serviço Nacional de Saúde, permitindo coordenar o encaminhamento de doentes e monitorizar a evolução dos cuidados de saúde oral; a alteração da denominação do programa para Comparticipação de Acto Médico-Dentário; a adequada monitorização científica do programa; e a liberdade universal de acesso e cessação ao mesmo.




publicado por umaordemportodos às 12:07
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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
Dia 31 de Outubro - Jantar de Apresentação da Lista B no Porto

    No dia 31 de OUTUBRO iremos realizar no Porto, um jantar de apresentação da Lista B. O local será FUNDAÇÃO CUPERTINO de MIRANDA - 20.30H

 

    Para toda a informação clique aqui.

 

    Uma Ordem por Todos conta com a sua presença.

 



publicado por umaordemportodos às 17:45
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Segunda-feira, 26 de Outubro de 2009
Eleições da FDI e OMD - Felicitações e Pontos para Reflexão

A Candidatura "Uma Ordem por Todos!" congratula-se e felicita a eleição do Colega Orlando Monteiro da Silva para presidir à Federação Dentária Internacional (FDI)!

 

No entanto, é fundamental reflectir abertamente e com franqueza sobre o futuro da Ordem dos Médicos Dentistas face a este novo desenvolvimento. Este assunto deve e tem que ser discutido de forma objectiva por todos os Médicos Dentistas sem tábus ou preconceitos.

 

É um facto que a nossa Classe não participou nem foi ouvida numa decisão que é de índole pessoal. Nem tinha que o ser se esse era um desejo íntimo, tanto mais que até pode ter repercussões positivas para a Medicina Dentária Portuguesa. Agora, a consequência desta eleição terá, indubitavelmente, um impacto na vida da Ordem dos Médicos Dentistas, ou seja, em todos os Médicos Dentistas.

 

Existirá, ou não, disponibilidade para cuidar dos assuntos da nossa Classe de forma presencial e efectiva?

Em nossa opinião, não é humanamente possível acumular funções tão absorventes sem se pensar que algo ficará para trás e que tal tem consequências para toda uma Classe.

 

Com as difíceis exigências da nossa realidade e com as tendências de futuro pouco animadoras, será possível responder prontamente aos problemas? Será possível assumir tal compromisso com a consciência de uma resposta positiva?

 

Este cargo internacional aliciante implica uma elevada responsabilidade e um nível de actividade que não se pode ignorar ou minimizar.

 

Naturalmente que a Ordem, caso mude de Órgãos Sociais, como desejamos, não pretenderá colocar qualquer obstáculo em relação às eventuais solicitações da FDI. Pelo contrário, o espírito será de colaboração institucional e pessoal. Isso é óbvio e esperamos que todos os colegas percebam isso de forma clara e perfeitamente inequívoca.

Ao fim de três mandatos, nove anos, é tempo de renovar a liderança da nossa Ordem! É tempo para novas energias!

 

É importante que se faça esta reflexão sobre os destinos da nossa Ordem e de todos decidirmos sobre o nosso futuro!

 

Nada nos move que não seja a firme vontade de servir e a forte convicção de tornar a Ordem melhor, mais abrangente e interventiva! E mais próxima da cada Médico Dentista!

 

UMA ORDEM POR TODOS! 

 



publicado por umaordemportodos às 17:27
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Domingo, 25 de Outubro de 2009
Nota de Imprensa

     O candidato a Bastonário à Ordem dos Médicos Dentistas (OMD), Fernando Guerra, entregou oficialmente, na sede da Instituição, a lista concorrente às próximas eleições do Dia 12 de Dezembro.

     No seu programa de acção evidencia-se, pela actualidade e pertinência do tema a Reformulação Imediata do “Cheque-dentista” com base em razões científicas, técnicas e ético-deontológicas e repudia qualquer tentativa de aproveitamento político do excedente de Médicos Dentistas no mercado de trabalho.

     O candidato preconiza uma tomada de posição firme da OMD em defesa dos doentes e dos Médicos Dentistas e o fim da atitude pactuante com interesses político-partidários, ao contrário das posições do actual e ainda Bastonário. Aliás, tal facto foi bem visível na campanha televisiva do denominado “cheque-dentista” que decorreu em simultâneo com o período eleitoral das eleições legislativas.

     A circular normativa da Direcção Geral de Saúde que estipula as directivas do Programa Nacional de Saúde Oral atenta contra a dignidade dos Médicos Dentistas e tende a inviabilizar as boas práticas de um adequado tratamento de muitas situações de doença dentária em grupos carenciados.

     A proposta de alargamento do “cheque-dentista” aos jovens dos 4 aos 17 anos continua a não contemplar a justa retribuição de tratamentos que permitam a recuperação de peças dentárias em risco de sobrevivência. Pretende-se, também, que todos os tratamentos dentários necessários na cavidade oral sejam efectuados num montante pré-estabelecido não olhando às diferentes particularidades e ao número dos actos Médico-dentários,a executar pondo em causa a dignidade profissional e o direito à saúde dos cidadãos.

    A operacionalidade deste programa, coordenado pela Direcção-Geral de Saúde, tem vindo sistematicamente a prejudicar os profissionais e os doentes devido à ineficácia do modelo implantado no terreno, obrigando a enormes prejuízos e custos acrescidos relacionados com os tempos de preparação dos processos. A burocratização do processo e o atraso sistemático dos pagamentos devidos atingem de forma atentatória os Médicos Dentistas e criam inúmeras dificuldades à viabilidade do exercício profissional.

     O candidato a Bastonário apresenta como propostas de reformulação a desburocratização dos procedimentos administrativos a disponibilização eficaz do sistema informático de registo em horário laboral, a integração dos Médicos Dentistas no Serviço Nacional de Saúde, permitindo coordenar o encaminhamento de doentes e monitorizar a evolução dos cuidados de saúde oral, a erradicação de tratamentos a “custo zero”, a alteração da denominação do programa, a elaboração de uma tabela de pagamentos diferenciada para os diferentes actos Médico-Dentários, a penalização dos atrasos de pagamento e o adequada monitorização científica do programa.

Uma Ordem Por todos



publicado por umaordemportodos às 17:30
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Sábado, 24 de Outubro de 2009
Mensagem de Fernando Guerra de entrega da lista B

 

 

Caros Colegas,

 

   Queríamos transmitir-vos uma mensagem de serenidade e de confiança neste dia especial. Acabamos de entregar a nossa lista e cremos que estamos fortes, mais fortes do que nunca!

 

 

    Estiveram nesta ocasião memorável amigos, apoiantes e membros da nossa equipa! Queríamos parecer muitos porque acreditamos que são muitos aqueles que nos sustentam. A mudança é possível!

 

 

    Estamos firmemente convictos na vitória da nossa Classe nas próximas eleições. Agradecemos a todos os que acreditam e que nos têm incentivado! É por todos vós, é por todos nós que vamos construir Uma Ordem por Todos!

 

    As eleições serão a 12 de Dezembro e até lá esperamos que seja possível efectuar vários debates entre os eleitorados. Desejamos sinceramente que não se arranjem subterfúgios para evitá-los! Que se façam esses debates no Congresso da Ordem e onde for necessário! Estamos em ano eleitoral e, isso sim, é que é pertinente. Importa esclarecer os colegas e não usar todos os meios da Ordem para uma propaganda que se confunde com a propaganda da outra candidatura e que tenta esvaziar tudo o resto, muitas vezes procurando apossar-se de ideias que nunca defendeu.

 

 

  Nada tememos e nada temos a esconder! Aqui estamos de peito aberto prontos a servir a Ordem dos Médicos Dentistas! Que a mobilização dos Médicos Dentistas assuma números históricos nestas eleições! Nos último acto eleitoral apenas votaram 20% dos Médicos Dentistas! Ninguém deixe que tal se repita! Não basta uma contestação silenciosa!

 

 

 

   É preciso VOTAR!

 

Fernando Guerra



publicado por umaordemportodos às 17:07
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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
Mensagem de António Mata

    

 

     Caros colegas

 


    Os desafios científico-tecnológicos que se colocam à profissão são enormes, sendo expectável que se intensifiquem num futuro muito próximo. No plano tecnológico, os materiais e técnicas sucedem-se a uma velocidade estonteante, sem que o Médico Dentista tenha muitas vezes tempo e capacidade para optar em plena consciência de conhecimento e nortear a sua decisão clínica de forma validada cientificamente.


     Por outro lado, nunca como agora a prática médico-dentária se viu sujeita a factores externos, em que agentes empregadores, meios de comunicação social, novos tipos de pacientes muitas vezes pseudo-informados, alguns sistemas de convenção e alguma publicidade desenfreada pressionam o aumento da complexidade da prática clínica.

 

    Neste sentido, espera-se uma responsabilidade científica acrescida por parte da OMD no próximo mandato, devendo obrigatoriamente pugnar eficazmente pela qualidade científica das acções de formação, possibilitando a todos os colegas formas diversas, mas práticas e úteis, de acesso à evidência científica de qualidade.

 

   Estas questões foram por mim percepcionadas ao longo da minha experiência profissional e associativa conferindo-me um conhecimento sólido sobre a forma como se deve conduzir a actuação da Comissão Científica da nossa Ordem.

 

     Desta forma, é com imensa honra que aceito o desafio da lista “Uma Ordem por Todos!”, que subscrevi e apoiei desde o primeiro minuto, em presidir à Comissão Científica da OMD para o próximo mandato.


      Conto com apoio de todos vós,

 

António Mata



publicado por umaordemportodos às 16:59
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Mensagem de Gil Caroto

     

 

      Queria apresentar-me como elemento candidato da Lista "Uma Ordem por todos", para representar a Madeira no Conselho Directivo da OMD. Sei que a não será tarefa fácil, mas talvez por isso tenha respondido ao apelo feito pelo nosso colega Fernando Guerra. E respondi não me candidatar contra ninguém, mas a favor da classe.

 

Gil Caroto



publicado por umaordemportodos às 16:48
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Mensagem de Ricardo Viveiros Cabral


 

      Quero manifestar o meu apoio ao Candidato a Bastonário à Ordem dos Médicos Dentistas nas próximas eleições, o distinto colega Fernado Guerra porque sinto que a Medicina Dentária em Portugal poderá sofrer um incremento muito positivo.

 

      A sua competência, o seu conhecimento e a sua personalidade são mais valias para todos os médicos dentistas. O alcance da sua visão, as suas estratégias e as suas prioridades vão certamente provocar avanços e ganhos muito consideráveis para a medicina dentária no nosso país e Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

 

 

Ricardo Viveiros Cabral



publicado por umaordemportodos às 16:41
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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
Jantar de Apresentação da Lista B - 15 de Outubro de 2009

  No dia 15 de Outubro, Restaurante cheio para Jantar de Apresentação da Lista B em Lisboa.

 

 

 

    Se desejar ver algumas fotos deste tão importante momento, consulte o nosso site, ou apenas clique aqui.

 

Uma Ordem por Todos!



publicado por umaordemportodos às 17:32
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Segunda-feira, 11 de Maio de 2009
Mensagem de João Carlos Ramos


 

 

Caro Colega,

 

           O simples facto de estar a ler esta mensagem, significa que, de alguma forma, equaciona a possibilidade de ter algum papel   activo e participativo sobre o rumo que a Medicina Dentária, e mais concretamente a Nossa Ordem, deve tomar nos próximos anos, facto que me apraz registar e que de imediato nos une num objectivo comum, com o qual me identifico profundamente.
           Infelizmente, na sociedade actual a comodidade do papel de mero espectador tem vindo a ganhar adeptos de forma perigosa, muitas vezes recrutados de sectores de capitais humanos valiosos, que se (auto) transformam em simples figurantes.Globalmente, onde nos conduziu esta postura social em termos políticos, económicos, educacionais, de justiça, segurança, etc? Abstenho-me de (tentar sequer) responder especificamente a esta complexa questão, que apenas me remete de imediato para o objectivo concreto que me levou à sua referência.
           Não queremos uma classe de Médicos Dentistas que espelhe este aspecto menos positivo da nossa sociedade, com uma atitude de simples contemplação, mas que rentabilize todo o seu potencial, com uma atitude pro-socializante, multi-participativa, corporativa mas responsável, inovadora e com uma intervenção ampla e globalizante nos diversos sectores que de forma directa   e indirecta poderão estar na nossa esfera de intervenção.
          Teremos a oportunidade de num futuro breve, concretizar a discussão de ideias e objectivos mais específicos. Contudo, nesta fase, um dos nossos maiores desafios é apenas cativar a vossa motivação e vencer o apelo da vossa participação. Da nossa parte poderão contar com toda a abertura, empenho e dedicação na recepção e apreciação de todas as propostas. A vossa opinião é, e será, muito importante para implementarmos, em conjunto, uma dinâmica de participação profícua em ideias,  críticas e projectos. Contamos convosco para, definitivamente, fomentarmos um sentimento pro-activo na Nossa Classe.

 

 

 

                Com Todos, construiremos a Nossa equipa!

 

 

                                                                   João Carlos Ramos

 

 



publicado por umaordemportodos às 01:15
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Quinta-feira, 26 de Março de 2009
Uma Ordem Por Todos!!

 

     Caros colegas,


    A vida tem sido comigo generosa em desafios. O meu espírito inconformado, às vezes até mesmo rebelde, tem-me feito ter a ousadia de os aceitar. Corre-me nas veias o Associativismo, tal como acredito nele, com permanente inconformismo e muito sentido de missão.
    Sou um privilegiado porque exerço a profissão que escolhi, pela qual tenho a mesma paixão e a mesma expectativa há mais de duas décadas.

    Conheço a dimensão da responsabilidade, sei que este é o momento de dizer presente. Assumo a necessidade de mudança, de dar a cara por uma equipa de profissionais para quem faça sentido, para quem o único sentido, é seguir em frente, é fazer mais, fazer melhor e encontrar novas soluções.
    A construção de um projecto mobilizador apenas é possível com uma equipa empenhada e competente que traga também consigo uma grande dose de alegria.
    Tanto eu como todos, e cada um, partilhamos não o sonho, mas a real convicção de que sabemos o que queremos e para onde vamos! Estamos empenhados e determinados em consolidar a Ordem numa Instituição que dignifique, honre, defenda e apoie todos os Médicos Dentistas.
    Esta equipa cresce a cada momento que passa, longe de ser um círculo fechado, procurando envolver quem acredita que a energia de mudança revitaliza e fortalece. É um conjunto forte, cheio de valor e com uma imensa vontade de trabalhar em prol de todos os Médicos Dentistas.
    Permitam-me realçar a confiança e amizade que me unem, há longos anos, ao João Carlos Ramos. Este é mais um desafio que enfrentamos juntos com a mesma coragem de sempre!
    Esperamos contar com o apoio de todos, na única certeza de que todos podem contar connosco!

    Quando o caminho é duro, os duros caminham e transformam as dificuldades em esperança e a esperança em oportunidades!

 

                    

Fernando Guerra



publicado por umaordemportodos às 11:56
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